Entre permanências e rupturas, a imagem desloca os sentidos da história | 2026

Iconografia da ruptura propõe uma gramática visual da insubordinação, na qual a pintura deixa de representar a história para confrontá-la. A obra Bateia parte de um objeto que atravessa o tempo e investiga aquilo que ele ainda é capaz de carregar. Na pintura, as imagens não procuram reconstruir uma história, mas deslocar seus sentidos, convidando o olhar a reconhecer aquilo que insiste em permanecer.
Artista visual.
Vive e trabalha em Salvador, Bahia, Brasil.
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